3.24.2011

as redes sociais e eu. e você!
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Olá Teddy, Fulano confirmou seu pedido de amizade no Facebook.

Termos simples e comunicativos, como o próprio Facebook (o maior site de relacionamento entre pessoas, grupos e entidades do mundo) mostram como a idéia de um estudante de TI, mudou a forma como a sociedade vê, usa e sente o impacto das redes sociais em nossos dias, em nossa geração.
A geração que se conecta no mesmo dia em que nascem os pequenos e futuros prodígios, eles mesmos que darão continuidade à toda criação, dá a luz a todo instante às novas invenções dos pequenos, grandes inventores da nossa época e, esta mesma sociedade sente o impacto de tanta liberdade, mesmo que seja virtual e se quisermos sentir a tangibilidade, teremos também a liberdade superficial. Uma liberdade que liberta, propriamente dita, todos os tímidos, os feios e principalmente os mentirosos. Todos os grupos se encontram nas redes sociais. O medo de se relacionar acaba na frente da tela de um computador conectado à Internet.
As redes sociais possibilitam o alcance de indivíduos a muitos outros espalhados nos mais distantes e diversos cantos do mundo. Há as possibilidades infinitas de propagação de idéias, de difusão de conteúdos dos mais simples aos mais sofisticados já inventados, sejam na arte, na profissionalização ou entretenimento, há ainda o aproveitamento maciço das empresas em usar as redes como canal de divulgação das suas marcas, dos seus nomes, produtos e serviços. O mundo inteiro e todas as situações acontecem online. Os negócios estão sendo fechados através das mensagens, os amigos não param de se encontrarem através dos amigos dos amigos de velhos conhecidos e até dos meros desconhecidos que por acaso se conectou a uma pessoa que lhe pareceu interessante e assim possibilitou um reencontro ou algo maior que culminou em um casamento que dura terrivelmente feliz fora da rede aqui no mundo de pedras e nuvens.
Então, o que temos vai além de um impacto (que falando assim, faz parecer algo pequeno como uma coceirinha que não duraria muito), é uma segunda vida. Uma vida que, pelo que indicam os números de novos adeptos às redes sociais, atualizados todos os dias, parece muito mais interessante do que essa que levamos aqui do lado de fora do computador.
A vida virtual oferecida pelas redes sociais, especialmente o Facebook, é excitante, melhora a auto-estima das pessoas e é inexplicavelmente viciante. Isso mesmo, é viciante viver virtual e superficialmente!
As pessoas não resistem ao fato de que existem, como elas, outras milhares alucinadas de curiosidade, malícia ou simplesmente querendo passar o tempo enquanto passeiam entre as páginas que informam tudo sobre todos. Idade, estado civil, imagens, humor atual, pensamentos do dia, da hora, de outras pessoas, quem são amigos de quem, quem é filho, primo, irmão, sobrinho de quem, quem mora perto de quem, quem gosta da banda que eu gosto, quem sabe falar francês, inglês, alemão, informações que fisicamente, frente a frente jamais perguntaríamos se não se tratassem de pessoas com um grau de intimidade além do mero conhecimento de ver passar.
As redes que se tornaram teias conectivas de um mundo sem grandes novidades físicas, ganharam poder e tal importância que sem elas a sociedade, livre de faixa etária, sexo, filosofia ou religião, voltaria aos tempos das monarquias sem inteligência ou voz própria, voltaria ao extremo do conservadorismo que dominou o mundo por tanto tempo. A sociedade se viria de novo, tímida e envergonhada em se mostrar para os acontecimentos do mundo real. Tudo isso é ruim quando falamos de toda a libertação que a tecnologia possibilitou e possibilita todos os dias para a humanidade. Mas se nos voltarmos para a situação que vivem os meninos desse tempo eletrônico, eles mesmos que entregam de bandeja os seus dias para a frieza dos relacionamentos via dispositivos eletrônicos, eles que já não sentem a terra onde pisam ou não vivem mais o glamour do episódio necessário “menino conhece menina”, aí notaremos os problemas.
A superficialidade dá corpo e forma à gratuidade em que a vida se torna a cada clique e cadastro em uma nova rede. A vida sem sol, sem calor e arranhões que conseguíamos brincando nas ruas. A falta de amigos tagarelas, meninas sonhadoras e príncipes encantados tornam a vida uma desventura maquiada de sociedade alternativa e virtual. E isso não é bom porque o ser humano está sendo privado de viver a vida como a natureza propõe.
Assim, depois de toda a modificação que a tecnologia com as suas redes proporcionaram à vida das pessoas, a gente percebe que todo beneficio deveria ser exclusivamente uma opção, algo a contar nas vidas dos indivíduos e não a única vida deles.

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