4.15.2011

a corda.
Corda, tu. Louca de tranças rígidas, áspera de mais que palavras possam descrever a ti mesma em tua força, a bem que laços de marinha ou fôrca tu não sedes a ti, o pobre
prisioneiro como o sou hoje. Um pedido:

Enforca-me pois.
Livra-me de mim.
Mata-me de vez, ou quando eu quiser.

Quando eu te pedir, te pegar e redesenhar as tuas formas.
Quando eu te transformar, emaranhando o teu corpo para receber o meu, a partir de minha cabeça, dando-te força para me suportar no ar pendurado após o show que antecederá o meu último suspiro de dor, de existencia, de insatisfação, até que um outro alguém passeando na floresta veja lá, em cima num galho qualquer  o homem livre que tu permitiu nascer.

A liberdade nascida toda ao contrário, assim pelos entrelaços do que foi arquitetado para prender, para amarrar, para suportar com força. A liberdade pela garganta, agora sem um nó.

O fin é este: Poesia.
Fosse o fim, teria também alívio e melancolia.

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