ça va? yeah, yeah. yap
conte até tres,
esqueça as virgulas,
é uma ilusão!
curta o ritmo, faça um pra vc!]
Hey, voce bem sabe: mais que vinte, passam cinco!
A minha meninice é minha mesmo.
A gente é nova, o mundo é novo também, tanto aqui como no céu.
A tristeza não pode durar mais que um dia,
você bem sabe disso.
Há motivos de mais pra chorar,
é um esculacho!
A gente gosta de coisa louca,
a gente é louca!
É de samba, mais ainda que lágrimas,
sorriso forte,
forte mesmo que nem tu.
Eu gosto de tú, tú gosta d'eu?
tútú!
Que ser minha amiga, quer ser meu?
Importa o que somos,
amigos, namorados,
irmãos, inimigos?
Importa te ter,
por perto mais ainda,
que é pr'eu te ver.
Vãs filosofias querida.
Vãs, vãs ironias.
Chatices a parte,
parta-se em dez,
um há de servir.
[corre! corre!]
O que está escrito não pode ser borrado?
O que foi dito, foi assim e pronto?
Quem disse?
Disse por que?
Quem é ele, ela?
Não é essa a sua vida,
a tua estadia?
É minha então?
Certo, e você não existe?
Quem, quem quer saber?
Vai adiante rapaz, digo,
digo mais ainda pra mim,
[ninguem mais diz]
rapaz de mim,
o que tenta encontrar a ti,
É dificil,
não houvesse tanta poesia,
talvez fosse mais fácil.
Mas não é.
Alias, penso,
por causa dela,
da poesia,
é que as coisas são assim.
Voce sabe mesmo não é?
A minha meninice é minha mesmo.
É uma ironia, uma vã filosofia.
Lesgau!
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