Flor azul.
“Eu queria tanto que você não fugisse de mim. Mas se fosse eu, eu fugia!”
agora sim eu sei! eu sei!
nao era por ninguem que chorava, chorava por ninguem! eu soube e agora sei demais!
a pois, eu nao devia chorar assim, sem saber o porque ou pra que,
alem do mais, isso dói e nao devia ser assim, sem sentido com tanto sentido assim.
ave, Deus!
é tão sofrido o suspiro.
Ofego de fogo, hálito quente, quase derrete os lábios mas que doidice!
o meu coração fica é refrescado quando suspiro assim!
Eita! Dá um oludum Tum-tum aqui no peito, um tremor nas pernas e essa sequidão na boca. Queria demais saber o por que e aí, aí sim percebo que não preciso, porque eu sinto. Sinto mesmo!
To só com o migo e o mesmo, a pois, comigo mesmo eu posso ser eu além deu sem tu, prevaleça até o tu que não diz nada e fica aí sofrendo das dores do amor romântico, só digo uma coisa, dói, menino, dói feita gota!
Espia que passei por ali, e roubei umas florezinhas azuis e levei lá pro rumo dos semfins. E lá, vejo, há outras tantas flores que não me despertam coisalguma, coisalguma sinto por elas! Nem perto do que me apega a cor azul!
É como fosse eu o Pedro. E a pedra não sentia nada.
É como fosse a pedra. E o Pedro não sente a pedrada.
Né pra entender nada não, vice?
“Eu queria tanto que você não fugisse de mim. Mas se fosse eu, eu fugia!”
Pelo teu sorriso, confuso fico, porque fiquei primeiro atordoado, é doidice, já disse! Mas se sesse bem isso eu dizia pra tu me dizer por que que sempre fico com o coração Olodum Tum.tum quando penso em ti e corro logo pra roubar uma flor azul!
“Se eu tiver coragem de dizer
que eu meio gosto de você
Você vai fugir a pé?”
Flor azul!
Lindo... lindo... linda a poesia... mas, dói o argumento.
ResponderExcluirbeijos
bel.